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O que as empresas precisam saber a respeito da Internet das Coisas

Já reparou como os dispositivos inteligentes estão cada vez mais presentes no nosso dia a dia? Relógios inteligentes, óculos de realidade virtual, rastreadores fitness, monitoramento de saúde móvel, empacotamento inteligente e uma variedade de itens domésticos habilitados com Wi-Fi já são parte de nossa rotina.

A IoT, mais conhecida como Internet das Coisas, tecnologia por trás dessa evolução, é um dos conceitos mais promissores do setor de TI agregando o desenvolvimento da vida moderna, que nada mais é do que uma rotina com muito mais informação e automação. E essa realidade não poderia ser diferente no mundo corporativo.

A Internet das Coisas pode ser introduzida nos mais distintos modelos de negócios com o objetivo de maximizar a performance interna e manter um fluxo de trabalho automatizado de baixo custo. Não é à toa,  que essa tecnologia tem desempenhado um papel de destaque no meio empresarial e se tornado uma das principais tendências emergentes do cenário. 

De acordo com uma projeção da Gartner, empresa especializada em pesquisas, divulgada pela eMarketer, “até 2022 haverá cerca de 21 bilhões de ‘coisas’ conectadas com a internet em todo mundo”. São players como Apple, Google, Samsung, Microsoft, Amazon, Cisco Systems, IBM e tantos outros. 

A IoT causa um impacto direto nos hábitos de consumo das pessoas e as marcas e empresas precisam se adaptar com a tecnologia para seguir com a tendência que mostra um crescimento rápido desde sua aparição no mercado.

Mas afinal, o que é Internet das Coisas e de que forma ela pode ser inserida no ambiente empresarial?

A Internet das Coisas (em inglês, Internet of Things, IoT) funciona como um conjunto de dispositivos, sensores e equipamentos de hardware capazes de coletar, armazenar, processar e trocar dados por meio de redes sem fio. Essas informações são enviadas e recebidas por outros dispositivos conectados à rede ou a sistemas próprios.

Os gadgets da IoT, desde que implementados de forma eficaz, auxiliam os gestores na hora de identificar pontos que precisam de melhorias como: a conhecer melhor seu local de trabalho. Com isso, é possível reconhecer as políticas que causam um maior impacto positivo nas receitas do empreendimento, mantendo o negócio em nível estável de competência. .

As políticas de logística, por exemplo, podem ser impactadas pelo investimento na Internet das Coisas. Uma vez que os resultados na área possam influenciar de forma direta na capacidade de fidelizar os consumidores da empresa, se tornando o setor-chave para qualquer negócio.

A Internet das Coisas funciona como uma ferramenta para que as empresas combinam a coleta de dados com mecanismos de inteligência artificial para descobrir as rotas mais econômicas e ágeis, eliminando grande parte dos custos com a entrega de materiais, além de manter o empreendimento dentro dos prazos estabelecidos.

Já a análise de dados internos, estratégia adotada por várias empresas para otimizar o ambiente de trabalho. Com o uso da Internet das Coisas é possível observar como toda a cadeia operacional se comporta, possibilitando os analistas de não apenas identificar pontos que precisam de melhoria, mas efetivamente rastrear o que está dando certo.

A empresa ainda pode avaliar como anda o funcionamento de toda sua cadeia operacional através dos sensores, que coletam dados sobre, por exemplo, a presença de pessoas dentro de um ambiente, a temperatura local e as pausas feitas durante a rotina de trabalho. Esses dados proporcionam ao negócio a capacidade de ver como a cadeia operacional reage em diferentes cenários, o que é crucial para desenvolver uma política de gestão eficiente.

Um dos principais motivos para explicar a lenta adoção da Internet das Coisas em alguns setores diz respeito aos riscos de segurança. Afinal, esses dispositivos são, muitas vezes, associados com o enfraquecimento da eficiência das rotinas de segurança digital.

O investimento seguro nesse conceito pode ser feito ao evitar o uso de senhas padronizadas, criando regras de acesso aos painéis de gestão dos dispositivos da Internet das Coisas e proteção por um firewall.  Manter os dispositivos em uma rede sem fio própria, com segurança de dados avançada. Efetuar o backup regular de todos os dados coletados pelos dispositivos da IoT que sejam armazenados local ou remotamente, criptografando todos os registros dos dados coletados. Monitorar constantemente os recursos em busca de invasores, executar testes de penetração regularmente e manter todos os dispositivos com seus sistemas de software atualizados.

O segredo está em adotar as ações de segurança em toda a infraestrutura da Internet das Coisas da empresa para impedir que ocorra eventuais ataques. O negócio deve implementar esses processos junto com a integração dos dispositivos IoT no ambiente corporativo.

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