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Forense Digital: o mercado em tendência no cenário

A transformação digital tem causado grandes efeitos no mercado de trabalho. O setor de tecnologia é um cenário empresarial que vem crescendo em todo o mundo, principalmente no Brasil. E essa expansão atrai olhos para toda a sociedade que almeja sua colocação. 

Segundo um estudo realizado pela Empresômetro, empresa de inteligência de negócios, o crescimento do ambiente digital para os negócios teve um registro de 118% em dez anos. Dentre as atividades em destaques no cenário estão o serviço de manutenção, suporte e outros em tecnologia da informação, que apresentou um crescimento de 119% em dez anos e hoje são mais de 4,6 mil novos negócios.

Com o cenário digital em constante evolução, é comum que novas áreas venham ser exploradas e apresentadas. Uma delas em destaque é o Forense Digital. 

Entenda o que é este mercado em tendência no setor: 

Conhecida também como computação forense. Esta é uma área que lidera a aplicação de técnicas de investigação científica a crimes e ataques digitais. É um setor crucial do direito e dos negócios na era da Internet. 

Uma análise forense digital possui um processo que passeia por tradicionais procedimentos como a identificação, preservação, exame e análise de evidências digitais, adaptadas a conceitos científicos aceitos e validados. O termo ainda pode ser usado para descrever qualquer tipo de investigação de ataques cibernéticos, mesmo que a aplicação da lei ou o sistema judiciário não estejam envolvidos.

Especialistas em análise forense digital podem atuar nos setores público e privado. O Champlain College, nos EUA, por exemplo, possui seu próprio programa forense digital com uma descrição mais generalizada: “Profissionais forenses digitais são chamados a entrar em ação assim que uma violação ocorre e trabalham para identificar o hack, entender a fonte e recuperar os dados comprometidos.”

A atuação no mercado 

Existem várias situações que possam exigir uma análise forense digital que defina como os profissionais forenses devem proceder em sua busca para coletar e entender as evidências. Embora estes possam variar, a maioria dos processos segue quatro tipos de etapas:

A análise: quando os dados coletados são usados ​​para provar ou em outros casos, desmentir o ocorrido. E para cada item de dados relevantes, os profissionais devem buscar as respostas das questões de como quem criou? quem editou? como foi criado? quando tudo isso aconteceu? – determinando como isso se relaciona com o caso.

A coleção: na qual a evidência digital é adquirida. Isso geralmente envolve a apreensão de computadores, telefones ou discos rígidos. A mídia de armazenamento, por exemplo, pode ser copiada ou gravada nesta etapa para manter o original em um estado original como referência.

O exame: quando diversos métodos são usados ​​para identificar e extrair dados. Esta etapa pode ser dividida em preparação, extração e identificação. Decisões importantes a serem tomadas neste estágio são: lidar com um sistema que esteja ativo (por exemplo, ligar um laptop apreendido) ou morto (conectando um disco rígido apreendido a um computador de laboratório). 

E reportar: onde os dados e análises são convertidos em um formato que pode ser compreendidos por qualquer pessoa. Ser capaz de criar tais relatórios é uma habilidade absolutamente crucial para qualquer pessoa interessada em análise forense digital.

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